"A defesa afirma que o governo (americano) organizou uma armadilha perversa para pegar o comandante Lin", declarou seu advogado, Larry Younger, em uma audiência no dia 8 de abril.
Segundo Younger, seu cliente foi seduzido e "tentado" por um informante do FBI durante uma série de encontros.
Antes de ser detido, Lin trabalhava em um esquadrão estacionado em uma base aérea no Havaí, de onde partiam aviões especiais em missões de inteligência.
De acordo com diversas fontes, o FBI tem mais de 15 mil informantes, que são generosamente recompensados e, em certos casos, acusados de induzir as pessoas a cometer crimes.