A medida atinge 146 pessoas, entre elas dois líderes políticos e militares rebeldes, vários membros do governo russo, como o vice-premiê Dimitri Rogozin, e titulares das pastas da Defesa, Arkady Bakhin e Anatoli Antonov, acusados por Bruxelas de "desestabilizar" a Ucrânia.
Constam da lista negra personalidades ligadas ao presidente russo, Vladimir Putin, como Yuri Kovalchuk e Nicolai Terentievich, os dois principais acionistas do "banco do Kremlin", o Rossiya Bank. Também há 37 "entidades", empresas e organizações.
Com a anexação da Crimeia pela Rússia em março de 2014, a UE começou a aplicar sanções contra personalidades russas e ucranianas vinculadas à crise.
Mas foi logo após a derrubada de um avião comercial por um míssil no espaço aéreo ucraniano, em que morreram 298 pessoas, que a UE decidiu impor sanções econômicas à Rússia, com forte impacto na economia do país.
Em dezembro, a UE decidiu prorrogar até o fim de julho deste ano as sanções econômicas pela não aplicação em sua totalidade dos acordos de paz de Minsk, assinados por Moscou, os separatistas do leste da Ucrânia e Kiev.