É a terceira vez que se prolonga esta medida, que permite proibir as greves e as reuniões "suscetíveis de provocar ou manter a desordem", fechar provisoriamente "as salas de espetáculos e bares" e controlar "a imprensa e as publicações de todo tipo".
A Tunísia, pioneira das revoluções da Primavera Árabe de 2011, sofreu em 7 de março vários ataques jihadistas contra instalações dos serviços de segurança em Ben Guerdane, uma cidade próxima à Líbia.