Um tribunal egípcio adiou até o sábado 7 de maio o veredicto do julgamento do ex-presidente islamita Mohamed Mursi, acusado de espionagem a favor do Catar.

O juiz do tribunal penal do Cairo anunciou que o adiamento foi decidido para "permitir o prosseguimento das consultas".

O ex-presidente, destituído pelo exército em julho de 2013, está sendo julgado ao lado de outros 10 pessoas pela acusação de supostamente ter repassado "documentos de segurança nacional" ao Catar.

Este é o quarto processo contra Mursi, membro da Irmandade Muçulmana, classificada como organização "terrorista" pelas autoridades. O ex-presidente já foi condenado à morte, prisão perpétua e a 20 anos de prisão em três processos distintos.

O Catar era um dos principais apoios de Mursi, destituído pelo então comandante do exército e atual presidente, Abdel Fatah al-Sisi.

Os partidários do ex-presidente são alvos de uma violenta repressão, que matou pelo menos 1.400 manifestantes islamitas. Centenas foram condenados à morte em julgamentos sumários em massa, mas vários apresentaram recursos e conquistaram o direito a um novo processo.

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