Os três soldados morreram por "disparos de morteiro e lança-granadas a partir das barricadas", ocupadas pelas forças armênias, anunciou o ministério da Defesa.
"Se as provocações armênias continuarem, vamos iniciar uma grande operação ao longo da linha de frente e utilizaremos todas as nossas armas", disse o porta-voz do ministério, Vagif Dargahly.
O ministério da Defesa da região separatista, apoiada pela Armênia, afirmou que as tropas do Azerbaijão "intensificaram nesta segunda-feira os bombardeios sobre as posições do exército em Karabakh, utilizando morteiros de 152 mm, lança-foguetes e carros".
"As forças armênias avançaram muito em algumas zonas da frente e assumiram novas posições", declarou o porta-voz do ministério armênio da Defesa, Artsrun Hovhannisyan.
O Azerbaijão rebateu que as declarações eram "falsas" e assegura controlar desde sábado todas as colinas estratégicas de Nagorno Karabakh.
A Rússia e os países ocidentais pediram ao Azerbaijão e a Armênia o fim dos combates, os mais graves desde o cessar-fogo de 1994, e que desde sexta-feira provocaram as mortes de 33 soldados e dois civis em ambos os lados.