Sua contratação representa um recorde na China, e supera o anterior, estabelecido há dois dias com a transferência do atacante colombiano do Atlético de Madrid Jackson Martínez ao Ghangzhou Evergrande, por 42 milhões de euros.
Com esta operação, os clubes da Superliga chinesa gastaram até agora 258,9 milhões de euros, quando ainda restam várias semanas para o encerramento do mercado chinês, em 26 de fevereiro, segundo o site especializado Transfermarkt.
As equipes da primeira divisão inglesa desembolsaram 247,3 milhões de euros no mercado europeu, que encerrou nesta semana.
Em seu anúncio nas redes sociais, o Jiangsu Suning apresentou o brasileiro como um jogador capaz de "atuar em qualquer posição".
Esta flexibilidade, acrescentou o clube, permite que Alex Teixeira mude de posição de acordo com o rival a ser enfrentado, dando à equipe "mais opções no ataque".
Alex Teixeira marcou 89 gols em 223 partidas disputadas com o Shakhtar Donetsk, uma equipe com a qual venceu na Ucrânia cinco ligas, três copas e cinco supercopas.
Na semana passada, o Jiangsu Suning havia comprado o brasileiro Ramires, do Chelsea, por 28 milhões de euros, o que, na ocasião, já foi um recorde para o futebol chinês.
As empresas chinesas investiram grandes somas no futebol desde que o presidente Xi Jinping, um fã deste esporte, declarou que vencer uma Copa do Mundo e organizar o torneio mundial eram objetivos nacionais.
A China começou a fortalecer suas equipes com a contratação de grandes figuras do futebol internacional em fim de carreira.
Mas nos últimos tempos os clubes estão comprando jogadores mais jovens, como o também colombiano Freddy Guarín, o marfinense Gervinho ou o capitão da seleção de Camarões Stéphane Mbia.