(Arquivo) Torcedores da Universidad de Chile, em Lanus, Argentina, no dia 18 de setembro de 2013 (Arquivo) Torcedores da Universidad de Chile, em Lanus, Argentina, no dia 18 de setembro de 2013

Cerca de 50 torcedores do clube Universidad de Chile foram detidos na Argentina acusados de vandalizar um monumento aos soldados falecidos na guerra das Malvinas, em Rosário, 310 quilômetros ao norte de Buenos Aires, informaram fontes policiais.

As detenções foram realizadas na segunda-feira e a maioria dos torcedores chilenos já foi libertada, com exceção de dois torcedores que permanecem na cadeia, identificados pelas câmeras de segurança quando pichavam o monumento.

Os vândalos picharam o monumento com o nome da equipe chilena e diversas frases de cunho obsceno.

O grupo estava de passagem pela cidade de Rosario e tinha como destino final o Uruguai, onde nesta terça-feira o clube chileno medirá forças com o uruguaio River Plate, em partida válida pelas fase preliminar da Copa Libertadores.

O secretário do governo da prefeitura de Rosario, Gustavo Leone, chamou o acontecimento de "um incidente com alto valor simbólico" e afirmou que a cidade pretende responsabilizar os vândalos com os custos de reparo e limpeza.

Em 1982, tropas da ditadura militar argentina (1976-83) invadiram as ilhas do Atlântico Sul ocupadas pela Grã- Bretanha desde 1833, dando inicio a uma guerra que durou 74 dias e terminou na vitória britânica. No total, morreram 255 britânicos e 648 argentinos.

Durante a guerra, o Chile, sob a ditadura de Augusto Pinochet, ajudou as tropas britânicas em troca de material militar, segundo consta em documentos britânicos da guerra publicados em 2012.

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