(Arquivo) O presidente do Tadjiquistão, Emomali Rakhmon (Arquivo) O presidente do Tadjiquistão, Emomali Rakhmon

Os eleitores do Tadjiquistão aprovaram as emendas na Constituição do país da Ásia Central que permitirão a seu chefe de Estado, Emomali Rakhmon, ser candidato à presidência de forma ilimitada, anunciou a Comissão Eleitoral.

De acordo com a Comissão, 94,5% dos eleitores da ex-república soviética se pronunciaram a favor de 40 emendas constitucionais, e 3,3% contra as medidas.

A taxa de participação foi de 92%, segundo o governo.

As emendas também pretendem proibir os partidos políticos religiosos.

Emomali Rahmon, de 63 anos, foi eleito presidente em 1994. Os críticos o acusam de não respeitar as liberdades religiosas e o pluralismo político.

A possibilidade de ser candidato a um número indefinido de mandatos se aplicaria apenas a Rahmon, por seu status particular de "dirigente da nação", concedido no ano passado pelo Parlamento, o que também reserva ao chefe de Estado, assim como a sua família, imunidade penal.

A proibição aos partidos religiosos acontece em meio ao julgamento de dirigentes do Partido Islamita do Renascimento do Tadjiquistão (IRPT), considerado moderado mas classificado no ano passado pelo governo como um grupo terrorista.

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