Vídeos dos crimes foram armazenados em um pendrive apreendido em um outro caso, na casa do mais jovem dos acusados.
Os condenados, que falam sueco nas imagens, comemoram a decapitação de uma vítima, cuja cabeça é brandida por seus executores.
O tribunal ressaltou o seu papel óbvio de "comando" nessas execuções, enquanto os dois alegavam inocência apesar das provas incriminadoras, de acordo com os promotores.
A justiça sueca não foi capaz de identificar as vítimas.