O jovem, que lutou ao lado dos moderados do Exército Sírio Livre e também da Frente Al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda, antes de unir-se ao EI, informou aos seus superiores, que determinaram a detenção da mulher por apostasia.
Após a detenção, o próprio filho recebeu a ordem de executar a vítima, diante de quase 100 pessoas, com um tiro na cabeça em uma praça de Raqa.
O OSDH contabilizou meia centena de crimes que merecem a morte de acordo com o EI. Entre eles figuram o adultério, a homossexualidade, a zoofilia e a "exposição de órgãos genitais" por parte de um jihadista.
"Trair os muçulmanos", criticar um sermão religioso, trabalhar com a coalizão, bloquear estradas e capturar e torturar um militante anti-EI ou um adversário armado sem o aval das autoridades jihadistas também estão na lista de crimes produzida pela organização ultrarradical sunita.
O EI comete com frequência todo tipo de atrocidades, que vão da destruição de monumentos considerados patrimônio mundial da humanidade até as execuções por decapitação ou a escravidão e agressões sexuais.