As forças sindicais da Argentina se unem nesta sexta-feira para uma primeira grande demonstração de oposição aos ajustes e demissões realizados durante os primeiros quatro meses do governo de Mauricio Macri.

A mobilização encerra uma semana em que Macri sofreu sua primeira derrota parlamentar, depois que o senado aprovou uma lei antidemissões que o presidente promete vetar.

Três alas da majoritária Confederação Geral do Trabalho (CGT) e as duas da Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) deixaram para trás suas diferenças durante a gestão de Néstor e Cristina Kirchner (2003/2015) para fazer frente ao que consideram uma ataque aos trabalhadores.

"A mobilização desta sexta é de protesto pela falta de resposta do governo", alertou Hugo Moyano, um dos poderosos líderes da CGT, alinhada com o peronismo.

Os sindicatos industriais, comerciais e estatais voltarão a se manifestar durante primeiro de maio, Dia do Trabalho.

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