Três alas da majoritária Confederação Geral do Trabalho (CGT) e as duas da Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) deixaram para trás suas diferenças durante a gestão de Néstor e Cristina Kirchner (2003/2015) para fazer frente ao que consideram uma ataque aos trabalhadores.
"A mobilização desta sexta é de protesto pela falta de resposta do governo", alertou Hugo Moyano, um dos poderosos líderes da CGT, alinhada com o peronismo.
Os sindicatos industriais, comerciais e estatais voltarão a se manifestar durante primeiro de maio, Dia do Trabalho.