"Milhares de trabalhadores devem morrer por quatro semanas de futebol?", questiona o meia dinamarquês William Kvist.
"Podemos evitar uma situação assim no Catar se a Fifa respeitar as normas (...) para que os estádios e as outras sedes do Mundial sejam construídos em condições de respeito aos direitos dos trabalhadores", declara Mads Oland, diretor do sindicato dos jogadores dinamarqueses (Spillerforeningen) e membro do conselho de direção do Fifpro.
A escolha do Catar como sede da Copa de 2022, anunciada no final de 2010, gerou polêmica desde o início. O pequeno mas rico país do Golfo é muito criticado pelas condições de trabalho dos estrangeiros que atuam nas obras do Mundial.
Atualmente, 5.100 estrangeiros trabalham nas obras da Copa do Mundo, mundo que deve aumentar a 36.000 até 2018.