(2015) Trabalhadores estrangeiros retornam de uma obra da Copa de 2022 em Doha (2015) Trabalhadores estrangeiros retornam de uma obra da Copa de 2022 em Doha

O sindicato mundial de jogadores profissionais de futebol (Fifpro) denunciou em um vídeo as "horríveis condições de trabalho" nas obras da Copa do Mundo do Catar-2022.

"As condições de trabalho no Catar são cruéis (...) Eles (os trabalhadores estrangeiros) trabalham como escravos. O futebol não pode aceitar isto", afirma Tom Hogli, jogador norueguês, em um vídeo de pouco mais de dois minutos de duração.

"Milhares de trabalhadores devem morrer por quatro semanas de futebol?", questiona o meia dinamarquês William Kvist.

"Podemos evitar uma situação assim no Catar se a Fifa respeitar as normas (...) para que os estádios e as outras sedes do Mundial sejam construídos em condições de respeito aos direitos dos trabalhadores", declara Mads Oland, diretor do sindicato dos jogadores dinamarqueses (Spillerforeningen) e membro do conselho de direção do Fifpro.

A escolha do Catar como sede da Copa de 2022, anunciada no final de 2010, gerou polêmica desde o início. O pequeno mas rico país do Golfo é muito criticado pelas condições de trabalho dos estrangeiros que atuam nas obras do Mundial.

Atualmente, 5.100 estrangeiros trabalham nas obras da Copa do Mundo, mundo que deve aumentar a 36.000 até 2018.

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