Farei de tudo para que o presidente da Fifa seja da África ou da Ásia, mas não europeu", afirmou à rádio Metro FM.
Além de Tokyo Sexwale, os outros candidatos à presidência da Fifa são o suíço Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa, o francês Jerome Champagne, o príncipe jordaniano Ali e o xeque Salman Bin Ebrahim Al-Khalifa, do Bahrein.
Sexwale está atualmente no Catar, onde assistirá neste fim de semana à final do Campeonato da Ásia Sub-23 entre Coreia do Sul e Japão.
Sexwale afirmou na mesma entrevista que "chegou o momento de fazer alianças", a pouco menos de um mês das eleições, marcados em 26 de fevereiro em Zurique.
O sul-africano, considerado como aspirante e não favorito na corrida à presidência da Fifa, deixou entender que não ambiciona a qualquer preço o poder.
Sexwale fez um pedido aos eleitores da Conmebol e da Uefa a optar pela "diversidade" para "enviar uma mensagem forte e positiva".
"Talvez não deveríamos substituir o suíço Blatter por outro suíço", criticou o empresário, referindo-se a Infantino, tido como um dos favoritos à eleição.
Blatter, presidente demissionário da Fifa, foi suspenso pela própria entidade por oito anos de toda atividade relacionada a futebol.