Desta vez, porém, esta nova mudança não veio por ordem do 'devorador de treinadores', como é conhecido na Itália.
Barros Schelotto não obteve o diploma de técnico imposto pela Uefa e precisou renunciar ao cargo.
"Barros Schelotto deu adeus à equipe, que de agora em diante ficará provisoriamente sob responsabilidade de Giovanni Tedesco", anunciou o clube em comunicado, que garantiu estar "buscando uma solução para este problema urgente".
A saída de Schelotto, ex-jogador do Boca Juniors e da seleção argentina, poderia obrigar Zamparini a recontratar Giuseppe Iachini, demitido em 10 de novembro. A demissão de Iachini, a 29ª da era Zamparini, provocou a ira dos jogadores do clube, que na época ocupavam a 12ª colocação do Campeonato Italiano.
Após 24 rodadas, o Palermo aperece na 15ª posição, a 7 pontos da zona de rebaixamento.