Segundo Almagro, se houvesse "a mínima acusação" sobre a honestidade de Dilma, "provavelmente seríamos os primeiros a apoiar um afastamento, mas isto não existe".
O processo de impeachment está nas mãos de uma comissão especial da Câmara dos Deputados, e deverá ser votado pelo plenário da Casa em meados de abril.
"Aqui há um mandato constitucional dado pelo povo à presidente que deve ser respeitado", destacou Almagro.
O secretário-geral da OEA também citou o juiz Sérgio Moro, afirmando que "todos os cidadãos são iguais perante a lei, e os juízes estão submetidos às leis que aplicam". "Nenhum juiz está acima da lei que aplica".
Para Almagro, a prioridade na atual conjuntura brasileira é "a necessidade de respeitar os mandatos constitucionais que dispõe a democracia, que é a que estabelece as regras do jogo".