Segundo a ONU, cerca de 80 países vão participar dessa primeira cúpula humanitária mundial, mas apenas 45 estarão representados por seus chefes de Estado e de Governo.
As ONGs e o setor privado também estarão presentes em Istambul, onde 6.000 delegados são esperados. Quinze grupos de trabalho vão abordar temas como o financiamento social islâmico, a educação em situações de emergência, o papel das mulheres nas crises, a proteção dos jornalistas e os princípios humanitários e as leis de guerra.
A Rússia condena, em particular, que "as decisões a serem tomadas pela cúpula contêm obrigações em longo prazo, que deverão ser tomadas, ou que se deverá abster de tomar, sem que os Estados-membros possam expressar, individualmente, seus pontos de vista, ou observações".
"Dadas essas preocupantes circunstâncias, nossa delegação não está disposta a firmar nenhum desses compromissos", acrescenta a carta.
Moscou enviará para a cúpula apenas uma delegação de baixo escalão.