"No que diz respeito às infraestruturas esportivas, os dois maiores estádios, o de São Petersburgo e o Lujniki de Moscou, estão 85% concluídos e os outros sete serão entregues em dezembro de 2017, com previsto", acrescentou.
Alexeï Sorokin admitiu "problemas técnicos nos estádios de Samara e Kaliningrado". "Mas em construções dessa magnitude, problemas técnicos são inevitáveis", minimizou.
"Em Samara, duas vigas arrebentaram, mas isso aconteceu há dois dias e as obras já devem ter sido retomadas. Também existem discussões em relação ao custo, mas o contrato precisa ser respeitado", ressaltou.
Em Kaliningrado, "existe um problema com o solo, com excesso de água. Mas a construção não está parada e não há nada alarmante à respeito desses dois estádios", garantiu.
"Acompanhamos de perto a construção dos estádios de Samara e Kaliningrad", avisou Colin Smith, diretor de competições da Fifa. "Não temos nenhuma informação sugerindo atrasos. No momento, estamos otimistas", completou.
Faltando pouco mais de dois anos para o pontapé inicial da competição, marcado para o dia 14 de junho, o tom é bem mais ameno do que durante os preparativos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Quando faltava praticamente o mesmo tempo para o início do torneio, em março de 2012, o então secretário-geral da Fifa, Jerôme Valcke, causou uma grande polêmica ao dizer que o país precisava de um "chute no traseiro" para acelerar as obras.