"Mikhail Khodorkovski não limitará de nenhuma maneira seus deslocamentos por causa de uma decisão dos vampiros do Kremlin", disse à AFP Kulle Pispanen, porta-voz de Khodorkovski.
A justiça russa suspeita que Khodorkovski, ex-presidente executivo do grupo petroleiro Yukos, que mora atualmente em Londres, ordenou o assassinato de um prefeito na Sibéria há 17 anos.
Khodorkovski afirma que as acusações têm "motivações políticas".