Seu companheiro de escuderia, o inglês Lewis Hamilton, não gosta de dar atenção aos boatos que circulam na F1 da suposta existência de um complô da Mercedes para fazer de Rosberg um novo campeão do mundo alemão, seguindo os passos de Michael Schumacher e Sebastian Vettel, mas com um carro alemão.
Hamilton tem 43 pontos a menos que Rosberg depois de quatro corridas, devido a problemas mecânicos que vêm se repetindo. Na semana passada, em carta aos fãs publicada no Facebook, o inglês agradeceu o apoio recebido e pediu que confiam na Mercedes: "É minha família. Eles são os melhores, trabalham duro para mim. O resultado é que sou três vezes campeão do mundo".
"Parem de achar que poderiam fazer algo injusto comigo, se isso fosse verdade, não beneficiaria ninguém", completou.
- Verstappen 'promovido' -
Desde o Grande Prêmio da Rússia e a sétima vitória consecutiva de Rosberg (contando as últimas duas corridas da temporada passada), não é só a carta de Hamilton que vem dando o que falar.
A troca de carros entre o holandês Max Verstappen, agora na Red Bull, e o russo Daniil Kvyat, que volta a Toro Rosso, também foi um dos destaques da semana.
"Estava no sofá em Moscou assistindo 'Game of Thrones' (a série americana), o telefone tocou e o senhor Marko (assessor do proprietário da Red Bull) anunciou a notícia. A ligação durou 20 minutos", explicou Kvyat.
Já Verstappen se disse "muito feliz pela oportunidade e espero me acostumar logo ao novo carro e novos procedimentos".
Na Red Bull, eles têm memória curta. Kvyat subiu ao pódio na China", lamentou o piloto inglês Jenson Button.
Tanto Button como o espanhol Fernando Alonso parecem mais esperançosos com as melhorias na McLaren, que conseguiu que os dois carros terminassem na zona de classificação no GP da Rússia.
Em Montmeló, a McLaren tentará seguir melhorando.