A maioria dos fatos remonta a anos anteriores.
Os países que enviam seus soldados são os únicos habilitados para sancionar os eventuais culpados, mas não demonstram muita vontade de fazê-lo. Apenas 26 casos dos 69 registrados em 2015 mereceram uma investigação completa, que levaram à imposição de penas de prisão de algumas semanas contra três soldados.
Em março passado, a ONU criou um fundo para ajudar as vítimas desses abusos. A Noruega foi o primeiro país a financiá-lo, com US$ 125 mil.