(Arquivo) Um boina azul é visto montando guarda perto do aeroporto de Timbuktu, centro de Mali, em 4 de fevereiro de 2016 (Arquivo) Um boina azul é visto montando guarda perto do aeroporto de Timbuktu, centro de Mali, em 4 de fevereiro de 2016

A ONU anunciou, nesta terça-feira (17), que desde o início do ano registrou 44 acusações de abusos sexuais, que teriam sido cometidos por seus soldados das missões de manutenção de paz.

Desses, 29 seriam da Missão República Centro-Africana (Minusca). Outros sete casos aconteceram nas missões na República Democrática do Congo (RDC); dois, no Haiti; e outros na Costa do Marfim, Sudão do Sul e Mali, principalmente.

A maioria dos fatos remonta a anos anteriores.

Os países que enviam seus soldados são os únicos habilitados para sancionar os eventuais culpados, mas não demonstram muita vontade de fazê-lo. Apenas 26 casos dos 69 registrados em 2015 mereceram uma investigação completa, que levaram à imposição de penas de prisão de algumas semanas contra três soldados.

Em março passado, a ONU criou um fundo para ajudar as vítimas desses abusos. A Noruega foi o primeiro país a financiá-lo, com US$ 125 mil.

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