Seis pessoas ficaram feridas, segundo um funcionário da Cruz Vermelha.
A participação no referendo deste domingo, que deve permitir a adoção de uma nova Constituição, mas também serve de teste para a organização das eleições presidenciais e legislativas previstas para 27 de dezembro, divide os muçulmanos da ex-rebelião Seleka, onde algumas facções rejeitam essa participação.
Mas outros desejam votar. Assim, várias dezenas de pessoas protestaram na parte da manhã em frente à sede da Minusca em Bangui, sob o lema "queremos votar".
Os manifestantes exibiam exemplares da Constituição e escreveram grandes "sim" com tinta nas calçadas da avenida Boganda, perto do PK5.
A participação neste processo eleitoral imposto pela comunidade internacional também divide as milícias antibalaka, opositores que estão entre os partidários do ex-presidente François Bozizé, cuja candidatura à presidência foi rejeitada pelo Tribunal Constitucional.
Tiroteios e explosões de granadas também eram ouvidos em Gobongo, reduto das milícias cristãs antibalaka na capital, segundo uma fonte da segurança, que evocou três feridos.