A saúde dos nossos atletas é mais importante do que os Jogos (...). Mas, se não for tão perigoso assim, iremos para o Rio",afirmou Kipchoge Keino, em declarações publicadas no jornal "The Standard".
"Vamos aguardar até o último minuto para tomar nossa decisão. Estamos nos baseando nos dados sanitários fornecidos de organizações baseadas no Rio para termos o máximo de informações possíveis", acrescentou.
Conhecido por ser o berço dos maiores corredores de fundo do planeta, o Quênia terminou em primeiro lugar do quadro de medalhas do último Mundial de Atletismo, em agosto passado, em Pequim, com sete ouros, seis pratas e três bronzes.
O país está na mira da Agência Mundial Antidoping (Wada) por ter tido vários atletas flagrados recentemente por uso de substâncias proibidas.
Na segunda-feira, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) negou ter orientado os atletas americanos a não participar dos Jogos.
"As notícias que indicam que o Comitê Olímpico dos Estados Unidos aconselhou seus atletas a reconsiderarem sua participação nas Olimpíadas do Rio, devido ao vírus zika são 100% inexatas", disse o porta-voz do USOC, Patrick Sandusky.