"Em consequência, pedimos que o assunto das manobras militares conjuntas seja colocado na agenda do Conselho e que se convoque uma reunião de emergência" para tratar do tema, acrescentou o embaixador.
Pyongyang já fez solicitações neste sentido em outras ocasiões, que foram ignoradas pelo Conselho de Segurança.
A carta do embaixador assinala que se o Conselho não abordar o tema "isto mostrará que renunciou a sua missão prioritária (...) e que não apenas perdeu sua credibilidade internacional, mas também se transformou em um instrumento político nas mãos de apenas uma potência", em referência aos Estados Unidos.
A Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram no dia 6 de março as manobras conjuntas mais amplas já realizadas na península coreana, e Pyongyang ameaça retaliar.