"A crise econômica continua e pode levar a uma crise social", disse Konstantin Kalachev, diretor de consultoria Political Expert Group, com sede em Moscou.
"Isto implica um reforço das forças de segurança, que devem se preparar para o pior", disse ele.
Putin não especificou quantos efetivos farão parte da nova guarda ou em que data será implementada.
O presidente russo alertou em fevereiro que as forças de segurança deveriam permanecer vigilantes, num momento em que "inimigos estrangeiros" tentavam perturbar as próximas eleições parlamentares de setembro.