López foi condenado a 14 anos de prisão por incitar a violencia durante protestos para pressionar a renuncia do presidente Nicolás Maduro, que deixaram 43 mortos e 878 feridos entre fevereiro e maio de 2014.
"No caso concreto de Leopoldo López, ficou claro que sua sentença deixou nas mãos de análises judiciais muito subjetivas a interpretação dos discursos políticos opositores e o direito à associação", disse Almagro.
Por suas duras críticas à prisão de López e às políticas chavistas, Almagro tem uma relação muito tensa com o governo de Maduro, desde que chegou à OEA em maio de 2015.
"Insistimos publicamente sobre o respeito e a defesa dos interesses dos mais fracos. Hoje nos preocupamos com as pessoas, que é o que mais nos preocupa: a situação humanitária, o que as pessoas sofrem, o que não chega ao povo. O desassossego e a angústia pela escassez de medicamentos e comida", ressaltou o secretário da OEA.