A Cidade do México foi a primeira jurisdição da América Latina a contar com uniões legais de pessoas do mesmo sexo, após aprovar em 2007 a chamada "sociedade de convivência" e, em 2009, o casamento.
Outros três estados, Coahuila (norte), Nayarit e Quintana Roo (leste), dos 31 que formam o México, modificaram seus respectivos códigos civis para avalizar o casamento gay. Um quarto, Campeche, já aprovou a legislação, faltando apenas implementá-la.
Em junho de 2015, porém, a Suprema Corte de Justiça da Nação emitiu uma sentença, obrigando os juízes a conceder um recurso de amparo aos casais homossexuais que quiserem se casar.
No Dia Nacional de Luta contra a Homofobia, Peña Nieto se pronunciou a favor de que "os casamentos se realizem sem discriminação por deficiência, condição social, saúde, religião, de gênero, ou de preferências sexuais".
Com essa iniciativa, "ficaria explícito o casamento igualitário na nossa nação como determinou a Suprema Corte de Justiça", insistiu o presidente, que considerou indevido que os casais gay tenham direitos em alguns estados e, em outros, não.