O presidente completou que "isto vai ser um passo muito importante também para o progresso não somente da Colômbia, mas de toda a região".
Santos havia dito à AFP que "não teria problema" em o Equador renunciar a ser sede dos diálogos de paz com o Exército da Libertação Nacional (ELN), após o terremoto de 16 de abril que sacodiu o país, deixando 654 mortos e mais de 12.000 feridos.
"Se eu vejo que esta situação dificulta em algo para que as negociações sejam realizadas lá, não há qualquer problema em mudar o local, mas isto deve ser discutido com o presidente (Rafael) Correa", declarou então Santos.
Em 30 de março, o governo colombiano e o Exército de Libertação Nacional (ELN), segunda guerrilha ativa do país depois das Farc, anunciaram em Caracas o início de um processo de paz para pôr fim a mais de meio século de conflito armado e informaram que instalarão uma mesa de negociações no Equador.
Os diálogos, para os quais ainda não foi definida uma data, também serão realizados em Venezuela, Chile, Brasil e Cuba, que junto com a Noruega serão as garantias do processo de paz, similar ao qual realizam as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em Havana desde 2012.