Ele explicou que Macri, de 57 anos, "terá que tomar um medicamento para evitar o retorno da fibrilação auricular" que o surpreendeu na sexta-feira à tarde e que provocou uma internação de algumas horas.
"É o primeiro episódio do tipo que sofre. Na próxima semana vamos voltar a examinar", disse o médico, que minimizou a gravidade do quadro e afirmou que o presidente pode inclusive "praticar esportes".
Salzberg explicou que este tipo de quadro "não tem causa específica, mas o estresse pode desempenhar um papel importante".
De acordo com o boletim médico, Macri sofreu "uma leve arritmia" na tarde de sexta-feira e, apesar de ter seguido com as atividades oficiais, no final da tarde decidiu seguir para uma clínica.
O porta-voz da presidêncial, Iván Pavlovsky, afirmou que na segunda-feira o presidente deve retomar sua agenda normal.
"A arritmia está controlada e a partir de segunda-feira ele deve retomar a agenda normal de trabalho", disse à Rádio Mitre
"O presidente está sujeito a pressões, mas está bem e este foi o primeiro episódio deste tipo" desde que assumiu o cargo, no último 10 de dezembro, completou Pavlovsky.
Neste sábado, o presidente deveria participar de dois eventos, mas ambos foram cancelados.