(Arquivo) O primeiro-ministro belga, Charles Michel, participa de uma homenagem, em 24 de março de 2016, às vítimas dos atentados em Bruxelas (Arquivo) O primeiro-ministro belga, Charles Michel, participa de uma homenagem, em 24 de março de 2016, às vítimas dos atentados em Bruxelas

Os atentados em Bruxelas foram um fracasso para a Bélgica, admitiu nesta quarta-feira o primeiro-ministro Charles Michel, que negou, no entanto, que seu país seja classificado como "um Estado falido".

"Quando há um atentado como este, há obviamente um fracasso", afirmou Michel em uma coletiva com a imprensa internacional.

Michel negou as acusações de laxismo contra as autoridades desde os atentados de Paris, em 13 de novembro, ataques que foram planejados e organizados em grande parte no reino.

"A Bélgica precisou de apenas alguns meses para deter Salah Abdeslam, suspeito-chave dos atentados de Paris e com estreitos vínculos com os autores dos ataques em Bruxelas", afirmou MIchel, recordando que, para prender Bin Laden, foram necessários dez anos.

"Somos um pequeno país no coração da Europa. Uma plataforma de onde é muito fácil organizar atentados em outros países europeus", admitiu, no entanto.

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