"Esta é uma decisão muito difícil, mas não temos escolha", por falta de apoio do ministério, declarou Barkat, citado pelo comunicado.
Ele indicou que 170 funcionários da limpeza já receberam suas cartas de demissão. Os setores da cultura, bem-estar social, educação e segurança também serão afetados.
A prefeitura de Jerusalém emprega diretamente 8.000 pessoas e milhares de outras estão empregadas em várias agências e associações que trabalham para ela, indicou uma porta-voz da prefeitura.
Segundo a imprensa, ele pede há semanas um orçamento suplementar de 450 milhões de shekels (aproximadamente 106 milhões de euros) para o ministro das Finanças, Moshe Kahlon.
Kahlon desbloqueou 100 milhões de shekels (cerca de 24 milhões de euros) para ajudar os comerciantes da cidade sagrada, cuja atividade tem sido duramente atingida pela onda de ataques anti-israelenses.
O orçamento de Jerusalém sofre de um desequilíbrio crônico causado pelo número relativamente baixo de grandes empresas sediadas na cidade e pela pobreza de uma grande parte de seus habitantes, isentos de impostos municipais.