Ele afirmou, ainda, que poderiam se tratar de ataques da aviação russa ou síria.
Segundo a organização, que dispõe de uma ampla rede de informantes no terreno, "Abu Firas al Suri estava em uma reunião com outros jihadistas importantes em uma sede da Al Nosra em Kafar Jales, a nordeste da cidade de Idleb, quando foram atingidos pelos bombardeios".
Estes ataques ocorrem dois dias depois de que o grupo jihadista tomasse a localidade de al Eis, na província de Aleppo, fronteiriça com Idleb. Nesta operação morreram pelo menos 12 combatentes do grupo xiita libanês Hezbollah, aliado do governo sírio.
A província de Idleb está nas mãos da Frente al Nosra desde 2015.
Tanto este grupo extremista quanto a organização Estado Islâmico (EI) não estão inseridos na trégua que se mantém desde 27 de fevereiro entre outras partes envolvidas no conflito, uma guerra que deixou mais de 270.000 mortos desde março de 2011.