Ao menos mil ONGs estrangeiras trabalham na China, de organismos beneficentes a grupos de defesa do meio ambiente, passando por estruturas universitárias.
Três relatores especiais da ONU para os direitos humanos consideraram que as disposições da lei são "extremamente amplas e vagas" e que elas "podem ser utilizadas para intimidar ou asfixiar qualquer opinião ou ponto de vista divergente no país", segundo o site do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
Pequim se "opõe firmemente" a esta declaração, que constitui uma "ingerência flagrante na soberania jurídica e de assuntos internos da China", declarou Hong Lei, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores durante uma coletiva de imprensa.