Previamente, o canal Fox News e o ministério taiwanês da Defesa haviam dado esta informação.
Segundo o ministério chinês da Defesa, citado pelo Global Times, vinculado ao Partido Comunista, não se trata de nada novo, já que a "China está há muito tempo mobilizando armamento na ilha". O artigo não especificou de qual armamento se trata.
O ministério acrescentou que o arquipélago "é um território histórico da China" e disse que "dispõe neste território do direito legítimo e legal de mobilizar equipamentos de Defesa".
Os comentários respondem ao secretário de Estado americano John Kerry, que na quarta-feira denunciou a amplificação da militarização, por parte de Pequim, no mar da China Meridional. A zona, uma importante rota comercial pela qual transita um terço do petróleo mundial, é um foco habitual de tensão entre os países ribeirinhos, que mantêm reivindicações rivais.
Pequim reivindica seus direitos soberanos em quase todo o mar da China Meridional, onde a partir dos arrecifes de corais das ilhas Spratly, outro arquipélago, fez portos, pistas de pouso e diversas infraestruturas.
Vietnã, Filipinas, Brunei, Malásia e Taiwan têm reivindicações em uma parte deste mar, e estão muito preocupados com as demonstrações de força de seu vizinho.
Washington afirma que Pequim ameaça o livre trânsito de uma zona de vital importância, e nos últimos meses enviou navios de guerra à zona.