A nova presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, na cerimônia de posse, em Taipé A nova presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, na cerimônia de posse, em Taipé

A China advertiu neste sábado Taiwan que romperá os vínculos oficiais com a ilha caso sua nova presidente, Tsai Ing-wen, não aceite o princípio de "uma só China".

Tsai defendeu ontem "um diálogo positivo com a China", em seu discurso de posse como presidente.

Apesar do tom conciliador, Pequim advertiu que a paz "será impossível" caso ela dê um passo na direção da independência. Neste sábado, a China reforçou sua posição.

"Os mecanismos (oficiais) de comunicação (entre Pequim e Taipé desde 2014) só poderão continuar funcionando se Tsai aderir ao 'consenso de 1992' (de "uma só China")", advertiu Ma Xiaoguang, porta-voz do Departamento de Assuntos Taiwaneses, citado pela agência de notícias oficial Xinhua.

A agência ressaltou que os contatos de Taiwan com órgãos semioficiais chineses, que participaram da aproximação da ilha desde 2008, tampouco poderiam continuar sem subscrever o "consenso de 1992".

Pequim segue considerando a ilha parte de seu território, e aplica de forma tácita o princípio de "uma só China". Mas a nova presidente de Taiwan, bem como seu partido, o Partido Democrático Progressista (PDP), não reconhece este consenso, apoiado por seu antecessor, o presidente Ma Ying-jeou, do partido Kuomintang (KMT), impulsionador de uma grande aproximação do regime comunista de Pequim.

Tsai insistiu em que manterá o statu quo com a China, com a qual gostaria de ter um "diálogo positivo", mas sem se distanciar da cultura democrática de Taiwan.

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