As forças americanas que participaram "em um número muito pequeno" acompanharam o ataque, mas "não até o alvo final", completou.
De acordo com o capitão Jeff Davis, os militares americanos têm uma missão de apoio à Amisom - a força da União Africana neste país - e ao Exército Nacional somali para ajudar na luta contra os shebabs.
"Temos um pequeno número de militares no local" para realizar esta missão, insistiu.
Esta operação foi lançada dias depois de um bombardeio aéreo americano, no qual 150 shebabs teriam morrido, segundo balanço do Pentágono.
Ligados à rede Al-Qaeda, os rebeldes shebab multiplicaram seus ataques de ampla envergadura na Somália desde o começo do ano.