- Com o 2 a 2 da ida, vocês entram em campo com um resultado que vale a classificação. A prioridade é não sofrer gols?
"Temos que fazer gols. Sempre queremos fazer gols. Nossa equipe funciona assim desde que assumi o comando, há três anos. Na terça-feira, a estratégia de segurar o 0 a 0 não pode funcionar. Na ida, jogamos uma partida muito equilibrada. Antes mesmo do confronto, ninguém nos via como favoritos, mas mostramos que estamos no mesmo nível do Paris Saint-Germain".
- Você disputa a última temporada em Manchester (será substituído por Pep Guardiola). Essa poderia ser a partida mais importante de sua carreira no City?
"Não só para mim! É uma partida muito importante para o clube. É a chance de chegar pela primeira vez às semifinais (da Champions). Temos que controlar nossas emoções. Esse aspecto é fundamental, porque há momentos que podem nos levar a cometer erros. É preciso manter o coração quente e o sangue frio. Não há favorito. Vamos jogar contra uma boa equipe e vamos tentar ganhar. é isso".
- Você levou o Villarreal, na época uma equipe jovem, às semifinais da Champions em 2006. O City tem jogadores mais experientes. Isso é uma vantagem?
"É verdade que com o Villarreal cheguei às semifinais, mas desperdiçamos muitas chances na partida de ida, antes do Arsenal se mostrar superior a nós e vencer. Foi a mesma história com o Málaga em 2013, o Borussia Dortmund nos eliminou nas quartas de final, com erro da arbitragem que nos prejudicou. Treino uma equipe mais forte desta vez, mas a adversidade também ficou mais forte dos que nos anos anteriores".
Respostas colhidas em entrevista coletiva.