Em ambos os casos, as pessoas punidas precisaram abandonar seus cargos, prosseguiu, sem informar as infrações constatadas ou as punições aplicadas.
A CCDI afirmou, por sua vez, ter enviado 54.000 cartas de reprimenda.
As autoridades de Pequim expressaram sua intenção de prosseguir com sua ampla campanha anticorrupção, realizada de uma maneira muito midiática desde a chegada ao poder do presidente Xi Jinping, em 2013.
Muitos especialistas duvidam, no entanto, de sua eficácia, na falta de reformas políticas profundas, e denunciam a falta de transparência das investigações e procedimentos, que podem camuflar possíveis ajustes de contas políticos.
O número de integrantes punidos representa apenas 0,3% dos 88 milhões de membros do Partido Comunista. As investigações e sanções são realizadas dentro do partido, e apenas os casos mais graves são posteriormente transferidos aos órgãos judiciais.