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A vítima, atualmente na Turquia, reconheceu o condenado em um vídeo divulgado por ele na internet para provar que combatia o governo de Bashar al-Assad.
O refugiado sírio havia sido condenado em um primeiro julgamento a cinco anos de prisão.
Mas a justiça decidiu realizar um segundo julgamento após a divulgação da identidade da vítima, que quando foi agredida já não formava parte do exército sírio e integrava as fileiras da oposição.
A vítima, localizada por um jornalista, apresentou uma demanda ante a justiça sueca, que condenou seu agressor a pagar 29.000 euros (33.000 dólares) por perdas e danos.