"Para voltar a um Estado de direito, faz-se necessária uma revolução. A revolução é inevitável e obrigatória", indicou. "Pode ser pacífica. É nosso dever fazer com que assim seja."
Mikhail Khodorkovski, ex-presidente da petroleira Yukos, que passou cerca de 10 anos na prisão por evasão fiscal, acrescentou que "não sabe quando terá vez a revolução nem quem a fará".
"Mas farei tudo o que estiver em meu poder para que o Estado de direito volte, e Putin responda por seus atos ante uma corte independente", prosseguiu.
Khodorkovski, perdoado pelo próprio Putin no final de 2013, assegurou que a política "não lhe interessa", embora também não possa "ficar sem fazer nada".