O corpo eleitoral se comprometeu a entregar na quarta-feira as planilhas para coletar as 200.000 assinaturas necessárias para acionar o referendo contra o líder socialista (2013-2019).
No entanto, o organismo alegou que os peticionários não cumpriram com as exigências.
"Queremos uma saída eleitoral, pacífica e institucional. Nicolas Maduro deve ser revogado este ano. Todos ao CNE na quarta-feira", ressaltou o deputado Freddy Guevara, do partido Vontade Popular do líder radical Leopoldo Lopez.
Na quinta-feira, sete parlamentares da oposição se acorrentaram por duas horas na sede do CNE em Caracas, mas foram expulsos por soldados.
A MUD, que controla o Parlamento, promove o referendo junto com uma emenda constitucional para encurtar o mandato de Maduro de seis a quatro anos, em meio a uma grave crise econômica e política.
Para convocar o referendo são necessárias quatro milhões de assinaturas, e para destituir Maduro, cerca de 7,5 milhões de votos.