Dos suspeitos, cinco foram detidos, três deles em Miami - entre quarta e quinta-feiras -, um em Boston, e outro em Cali, na Colômbia, informou a procuradora estadual do condado de Miami-Dade, Katherine Fernández Rundle.
Os restantes continuam sendo procurados pelas autoridades.
"Essas transações foram feitas pelo cartel de Sinaloa e os sucessores do (extinto) cartel de Cali", disse Fernández Rundle.
Durante dois anos, na chamada "Operação Neymar", assim batizada porque os suspeitos usaram como apelido o nome do craque da seleção verde-e-amarela e de outros jogadores, funcionários da Agência americana de Investigações de Segurança Interna (HSI), policiais e procuradores de Miami colaboraram colegas na Colômbia e outros países para desmantelar esta rede.
O esquema era amplo. Suas operações alcançavam 17 países, passando pela América Latina (como Colômbia, México, Guatemala e Venezuela), pela América do Norte (Estados Unidos e Canadá), pela Europa (Espanha, Holanda e Grã-Bretanha), pela Ásia (China) e pela Austrália.
O dinheiro da droga que era "lavado" tinha sua origem em 14 estados americanos, disse a procuradora.