O grupo é copresidido por Rússia e Estados Unidos.
Os 15 membros do Conselho "expressaram sua indignação com todos os recentes ataques na Síria contra civis e bens civis, incluindo instalações médicas, assim como com todos os ataques indiscriminados, e ressaltaram que essas ações podem ser consideradas como crimes de guerra", segundo um comunicado.
O Conselho insistiu na "obrigação de diferenciar entre civis e combatentes e na proibição de realizar ataques indiscriminados e ataques contra a população civil e seus bens".
O embaixador egípcio, Amr Abulatta, à frente do Conselho este mês, afirmou que restabelecer o cessar-fogo na Síria é uma prioridade.
"Devemos nos manter firmes frente a qualquer violação do cessar de hostilidades", declarou, acrescentando que "estamos em contato com todos os lados na Síria e buscaremos encontrar uma solução para assegurar a situação".
Já o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, considerou que é "importante" que a reunião do GIAS leve a um retorno à trégua decidida no final de fevereiro.