As forças de segurança do Iêmen realizam uma campanha contra as organizações jihadistas EI e Al-Qaeda, que lançaram nos últimos meses atentados neste país em guerra.
O EI reivindicou um atentado que deixou na segunda-feira 41 militares mortos em Áden, oito dias depois de um duplo atentado no qual 47 policiais morreram em uma região do sudeste do país.
O governo do presidente Abd Rabbo Mansur Hadi, em guerra há mais de um ano com os rebeldes xiitas que ocupam a capital Sanaa (norte), declarou Áden "capital provisória" do Iêmen.
O conflito no Iêmen deixou mais de 6.400 mortos e 2,8 milhões de deslocados desde o fim de março de 2015, segundo números da ONU.