Ele também enfatizou a necessidade de um acordo sobre as modalidades da organização de eleições "livres e justas" no leste da Ucrânia.
Kiev e o Ocidente acusam a Rússia de armar os separatistas e de ter implantado tropas na zona de conflito, o mais sangrento na Europa desde as guerras dos Balcãs na década de 1990.
Moscou nega veementemente as acusações, mas seu papel na crise ucraniana lhe valeu sanções econômicas severas.
Washington deixou claro que as sanções poderiam ser levantadas nos próximos meses se a Rússia aplicar plenamente os acordos de fevereiro de 2015, assinados em Minsk pela Rússia, Ucrânia, França e Alemanha.