As potências ocidentais temem que a instabilidade política na Líbia, no norte da África, torne-se um terreno fértil para que o EI amplie suas operações no território.
Obama "encomendou a sua equipe de Segurança Nacional que continue os esforços para fortalecer a governabilidade e apoie os esforços contra o terrorismo na Líbia e nos países onde o EI tentou estabelecer sua presença", acrescentou a Presidência.
Mais cedo, porém, o secretário americano da Defesa, Ashton Carter, disse à imprensa que a ação na Líbia ainda não está decidida.
Washington está "desenvolvendo opções para o que poderíamos fazer no futuro", disse Carter aos jornalistas.
"Estamos vendo a situação muito cuidadosamente - e há muitas coisas a fazer lá neste momento -, mas não tomamos qualquer decisão sobre agir militarmente", completou o secretário.