Por sua vez, seu colega argentino, Mauricio Macri, apostou que o Brasil, principal sócio comercial da Argentina, sairá fortalecido desta crise.
Após quase um mês desde o início do aprofundamento da crise política no Brasil, a presidente Dilma Rousseff garantiu na terça-feira que jamais renunciará e denunciou uma tentativa de "golpe", em meio à multiplicação de iniciativas políticas e judiciais que bloqueiam a nomeação do ex-presidente Lula como seu ministro.
"O que está em curso é um golpe contra a democracia. Jamais renunciarei", disse Dilma Rousseff em uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde foi aplaudida por centenas de advogados e juristas contrários ao processo de impeachment que a presidente sogre no Congresso por suposta manipulação das contas públicas.
O estopim para a crise brasileira foi a denúncia da operação "Lava Jato", que revelou um esquema de propinas pagas por grandes empreiteiras a funcionários da Petrobras e políticos, em troca de contratos.