"Vai ocorrer uma mudança aqui e acredito que Raúl Castro entende isso", disse Obama ao canal ABC na capital cubana, embora tenha reconhecido que não ocorrerá "da noite para o dia".
"Ainda temos divergências significativas sobre direitos humanos e liberdades individuais em Cuba. Acreditamos que agora podemos potencializar nossa capacidade para promover mais mudanças", acrescentou.
Obama, que junto com Castro emitirá uma declaração à imprensa após a reunião realizada ao meio-dia local, admitiu que "não há dúvida de que o governo cubano continua sendo um Estado de partido único que exerce o controle e reprime a dissidência".
Com sua visita, Obama quer selar o restabelecimento de relações entre os dois países alcançado em 2015.