(Arquivo) O ataque faz a polícia temer uma nova campanha de violência por ocasião do centenário da insurreição de 1916 contra o Reino Unido (Arquivo) O ataque faz a polícia temer uma nova campanha de violência por ocasião do centenário da insurreição de 1916 contra o Reino Unido

Um grupo que se apresenta como o Exército Republicano Irlandês (IRA) e conhecido pelo nome de "Novo Ira" reivindicou nesta segunda-feira a autoria do ataque de sexta-feira em Belfast contra um guarda de presídio, em comunicado enviado à BBC.

Um artefato explodiu na sexta-feira quando o guarda, um homem 52 anos, dirigia uma caminhonete.

Ele foi hospitalizado e sua condição é estável.

A reivindicação foi feita por um outro responsável pela morte de outro guarda carcerário, em novembro de 2012, e conhecido desde então como "Nova Ira".

Seria o grupo dissidente mais importante em atuação nos dias de hoje, segundo a BBC.

Um porta-voz desse grupo disse à BBC que o ataque era o resultado de um conflito entre detentos e a direção do presídio, onde estão presos dissidentes republicanos, sobre as condições da prisão.

Quatro pessoas foram detidas neste caso, três homens e uma mulher, e estão sendo interrogados.

Este ataque faz a polícia temer uma nova campanha de violência por ocasião do centenário da insurreição de 1916 contra o Reino Unido.

Entre 24 de abril e 1º de maio de 1916, 500 insurgentes morreram, 2.500 ficaram feridos e mais de 2.000 foram presos durante esse período, conhecido como "A Insurreição Páscoa".

Esta rebelião contra o poder britânico fracassou, mas constituiu um fator-chave no combate dos irlandeses, que levou à independência da República de Irlanda, em 1922.

A Irlanda do Norte permaneceu, em compensação unida ao Reino Unido.

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