O porta-voz se negou a identificar o país do restaurante. O governo sul-coreano calcula que Pyongyang arrecada quase 10 milhões de dólares por ano com quase 130 restaurantes que operam, em sua maioria com funcionários coreanos, em 12 países.
No mês passado, Seul adotou uma série de sanções unilaterais contra Pyongyang após o teste nuclear de janeiro e fez um apelo para que os cidadãos sul-coreanos boicotem estes restaurantes, alegando que os lucros seriam destinados ao programa nuclear do Norte.
Casos de deserção de funcionários dos restaurantes já haviam sido registrados, mas esta é primeira vez que todos os trabalhadores de um deles tomam a decisão em bloco, explicou Jeong.
O porta-voz citou um dos desertores, que afirmou que todos estavam de acordo em fugir para a Coreia do Sul.
"Os exames médicos mostraram que o estado de saúde deles é bom", disse Jeong.
"Não podemos revelar o país em que estavam porque ficamos preocupados que aconteça um conflito diplomático com um terceiro país, com a proteção do grupo e outros possíveis casos no futuro", completou.