Em janeiro, o governo de Raúl Castro liberou 53 detidos que Washington considerava presos políticos, como parte da aproximação histórica que possibilitou Cuba e Estados Unidos a reatar seus laços diplomáticos em julho, após meio século de ruptura e confronto político.
A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, que é ilegal, embora tolerada na ilha, sustenta que ainda há cerca de 60 presos políticos, o que não é aprovado pela Anistia Internacional (AI).
As opositoras Damas de Branco, que ganharam o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu em 2005, convocaram para a tarde desta quinta-feira uma manifestação frente ao Yara, uma das sedes do Festival de Cinema em Havana, iniciado há uma semana, para comemorar o dia dos Direitos Humanos.