O presidente cubano, Raul Castro, em Nova York, no dia 28 de setembro de 2015 O presidente cubano, Raul Castro, em Nova York, no dia 28 de setembro de 2015

O procurador-geral cubano Darío Delgado afirmou que em Cuba "não há presos políticos", mas reclusos comuns que se "auto-intitulam dissidentes", segundo entrevista transmitida nesta quinta-feira em função do Dia Internacional dos Direitos Humanos.

"Dizem que há presos políticos aqui, mas não há, pois a maioria daqueles que se autointitulam dissidentes são presos comuns atraídos pelas organizações contrarrevolucionárias, internas e externas, e recebem um pagamento direto ou indireto", disse Delgado ao jornal oficial Granma.

Em janeiro, o governo de Raúl Castro liberou 53 detidos que Washington considerava presos políticos, como parte da aproximação histórica que possibilitou Cuba e Estados Unidos a reatar seus laços diplomáticos em julho, após meio século de ruptura e confronto político.

A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, que é ilegal, embora tolerada na ilha, sustenta que ainda há cerca de 60 presos políticos, o que não é aprovado pela Anistia Internacional (AI).

As opositoras Damas de Branco, que ganharam o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu em 2005, convocaram para a tarde desta quinta-feira uma manifestação frente ao Yara, uma das sedes do Festival de Cinema em Havana, iniciado há uma semana, para comemorar o dia dos Direitos Humanos.

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